Depois de um longo e divertido outono voltei a escrever... É que estava meio sem inspiração mesmo e tentando colher algumas visões novas para poder postar. Ai, a cabeça estava parecendo uma planetária (para quem não sabe é uma batedeira com um nome mais bonitinho), misturando um monte de coisas e o bolo não estava pronto ainda, por isso demorei tanto para escrever de novo. Massssss finalmente voltei!!! Ufa!Putz, sabe que estou meio cansada de certos comportamentos? Vejo tantas merdas feitas por aí que não estou aguentando mais ficar quieta, pára o mundo que eu quero descer! Tanta gente infeliz, cara! Relacionamentos falidos, pessoas que buscam algo, mas não sabem direito o que, reclamações porque a pessoa fez, porque a pessoa não fez, futilidades mil que me deixam de boca aberta e meio broxada, se é que posso dizer assim (sou mulher caros leitores, mas mulher também broxa, acreditem!). Acho que o pior de tudo é a vontade que as pessoas têm de mostrar que estão super bem, quando na verdade não estão. Eu definitivamente virei adepta do hedonismo psicológico, ou seja, a busca incessante pelo aumento do prazer e a diminuição do sofrimento. Calma, não tô dizendo que estou topando qualquer vibe (se é que vocês me entendem...), mas é que estou com o saco cheio de babaquices, de coisas que só nos fazem sentir mal e estou me referindo aos relacionamentos. Estou meio que vivendo por um segundo: se aquilo ali está me fazendo bem naquele momento, ótimo, eu aproveito e amanhã é outro dia.
Descobri que quando passamos a ser adeptos do hedonismo psicológico, metade de nossos problemas são resolvidos. Ah, não tem encheção de saco, você não tem que se preocupar com o amanhã, simplesmente tem que curtir o hoje, o agora, pronto e acabou! Se aquela situação está te dando prazer, boa! Se não está, adios! Viver hedonicamente faz toda a diferença, acreditem!
Por este motivo hoje faço as escolhas de meus parceiros de uma forma bem simples, clara e com uma única pergunta: você me dá prazer? E digo prazer em todos os sentidos, não só no sexual (que para mim já é 80% do relacionamento... ahahaha). O cara tem que te fazer bem, saca? Tem que ser divertido, te elogiar, te fazer se sentir o máximo, te escutar, te admirar e lógico, fazer um sexo tudo, caso contrário, mande à merda. Não perca seu tempo! A vida é muito curta para ficarmos discutindo o diâmetro do rabo da lagartixa: porquê o cara fez isso, porquê o cara falou, porquê não te atendeu e por aí vai. Isso é coisa para quem quer perder tempo e nós temos que viver, da melhor forma possível. Não tô dizendo que a gente não deve se envolver, se apaixonar, sonhar com uma vida à dois, não é isso. Mas é que tudo tem um limite, até o sofrer e se algo não está te proporcionando felicidade e prazer, para que insistir? Acho que os casais devem sempre conversar, mas devem colocar o hedonismo psicológico em primeiro lugar, caso contrário não vale à pena... O problema é que tem gente que vive de problemas, acha problemas em tudo, quer resolver todas as coisas horríveis do mundo e se esquece de viver bem.
Então, hoje quando minhas amigas e pupilas começam a me contar casos e casos sobre os problemas que supostamente elas querem resolver em seus relacionamentos a primeira frase que eu digo é: Prefira o Lobo Mau! Essa história de princípe encantado não existe galera! Isto aí foi inventado para as pobres criancinhas do sexo feminino acreditarem em pessoas perfeitas. Pessoas perfeitas não existem. Todos nós temos defeitos: um é mais chato, o outro é indeciso, o outro mulherengo, o outro não gosta de trabalhar, um só gosta de ficar em casa e por aí vai. A diferença está exatamente em como encaramos tudo isto. Se encararmos de uma maneira como se fôssemos modificar a pessoa estamos perdidos, ninguém muda por ninguém! As pessoas são o que são, pronto e acabou. Cabe a nós direcionarmos o relacionamento nas vias que queremos que ele esteja. Se o cara é chato, ria, tire sarro, leve um defeito na brincadeira, não podemos levar tudo à ferro e fogo, senão nunca viveremos bem.
E o Lobo Mau? Por que é melhor que o príncipe? Porque te vê melhor, te escuta melhor e ainda te come! Primeiro que o príncipe não existe, ele foi idealizado na sua cabeça e o Lobo Mau pode existir sim, basta você querer.
Descobri que quando passamos a ser adeptos do hedonismo psicológico, metade de nossos problemas são resolvidos. Ah, não tem encheção de saco, você não tem que se preocupar com o amanhã, simplesmente tem que curtir o hoje, o agora, pronto e acabou! Se aquela situação está te dando prazer, boa! Se não está, adios! Viver hedonicamente faz toda a diferença, acreditem!
Por este motivo hoje faço as escolhas de meus parceiros de uma forma bem simples, clara e com uma única pergunta: você me dá prazer? E digo prazer em todos os sentidos, não só no sexual (que para mim já é 80% do relacionamento... ahahaha). O cara tem que te fazer bem, saca? Tem que ser divertido, te elogiar, te fazer se sentir o máximo, te escutar, te admirar e lógico, fazer um sexo tudo, caso contrário, mande à merda. Não perca seu tempo! A vida é muito curta para ficarmos discutindo o diâmetro do rabo da lagartixa: porquê o cara fez isso, porquê o cara falou, porquê não te atendeu e por aí vai. Isso é coisa para quem quer perder tempo e nós temos que viver, da melhor forma possível. Não tô dizendo que a gente não deve se envolver, se apaixonar, sonhar com uma vida à dois, não é isso. Mas é que tudo tem um limite, até o sofrer e se algo não está te proporcionando felicidade e prazer, para que insistir? Acho que os casais devem sempre conversar, mas devem colocar o hedonismo psicológico em primeiro lugar, caso contrário não vale à pena... O problema é que tem gente que vive de problemas, acha problemas em tudo, quer resolver todas as coisas horríveis do mundo e se esquece de viver bem.
Então, hoje quando minhas amigas e pupilas começam a me contar casos e casos sobre os problemas que supostamente elas querem resolver em seus relacionamentos a primeira frase que eu digo é: Prefira o Lobo Mau! Essa história de princípe encantado não existe galera! Isto aí foi inventado para as pobres criancinhas do sexo feminino acreditarem em pessoas perfeitas. Pessoas perfeitas não existem. Todos nós temos defeitos: um é mais chato, o outro é indeciso, o outro mulherengo, o outro não gosta de trabalhar, um só gosta de ficar em casa e por aí vai. A diferença está exatamente em como encaramos tudo isto. Se encararmos de uma maneira como se fôssemos modificar a pessoa estamos perdidos, ninguém muda por ninguém! As pessoas são o que são, pronto e acabou. Cabe a nós direcionarmos o relacionamento nas vias que queremos que ele esteja. Se o cara é chato, ria, tire sarro, leve um defeito na brincadeira, não podemos levar tudo à ferro e fogo, senão nunca viveremos bem.
E o Lobo Mau? Por que é melhor que o príncipe? Porque te vê melhor, te escuta melhor e ainda te come! Primeiro que o príncipe não existe, ele foi idealizado na sua cabeça e o Lobo Mau pode existir sim, basta você querer.

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